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As
raças de formação do Dogo
Viejo
Perro de Pelea Cordobés, como base. Animal extraordinário para o
combate, com valor e resistência tremenda para a luta, morriam lutando
e não recuavam jamais, por carecerem de faro e velocidade e pela
sua ferocidade para com os seus congêneres os tornavam inútil para
a caça. Mas essa raça primitiva tinham qualidade congênitas essenciais
em razão da excelente herança ancestral: Mastim, Bullterrier, Bulldog
Inglês e Boxer. A grande gimnasia(1) funcional e os duros combates
a que foram submetidos geração após geração, foram acrescentando
e reforçando cada vez mais a sua valentia original.
Ao
Viejo Perro de Pelea Cordobés, que eram quase sempre brancos,
foram-se acrescentando distintas correntes de sangue, para evitar
a consanguinidade. O Dogue Alemão foi inserido para dar peso e tamanho.
O Bulldogue Inglês e o Bullterrier foram reintroduzidos para acrescentar
o seu valor, intrepidez, resistência, insensibilidade a dor e tenacidade
a luta, contribuindo também o Boxer para dar vivacidade e inteligência.
O
Mastim dos Pirineos que foram importantes para dar tamanho, rusticidade,
olfato, acentuando o seu manto branco, deu força e resistência e,
em especial a adapatabilidade a todos os climas, típicas das raças
de montanha. O Pointer Inglês que foram importados da frança foi
o principal responsável pelo bom olfato que caracteriza a raça.
O Irish Wolfhound deu velocidade e, junto com o Dogue Alemão e o
Mastim dos Pirineus reforçou o seu tamanho. O Dogue de Bordeaux,
embora não muito puro, que existiam em Córdoba e que também eram
usado para as lutas, foi introduzido assim mesmo, contribuindo com
a sua forte mandíbula, sua potente cabeça e o seu grande valor para
o combate, mas desgraçadamente a sua inclusão trouxe como consequência
o amarelamento da pelagem, que Antönio Nores considerou como indesejado,
e, resolveu não insistir mais nos cruzamentos, uma vez que já haviam
transmitido a fortaleza das mandíbulas desejadas nos primeiros cruzamentos.
Um
ponto importante refere-se ao Perro de Pelea Cordobês, essa raça
hoje é extinta. Muito do novo trabalho na nova raça foi o de eliminar
a agressividade que eles tinham entre os seus congêneres e desenvolver
o instinto de caça. Um esforço que foi essencial para o sucesso
do programa. Para evitar os problemas de consanguinidade foi desenvolvida
duas linhas de sangue: Família Araucana e Família Guarani.
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